Novidades
28.03.2008 12:11
Novo notebook brasileiro traz recursos inéditos
» A fabricante brasileira Amazon PC lançou hoje no País um poderoso notebook voltado para games e aplicações gráficas: o Amazon Gamer. Apesar do nome, o produto foi planejado para atender a todos os tipos de usuários e necessidades. Ideal para profissionais da área de engenharia, arquitetura, design e até DJs, ele traz recursos que ainda não existiam em notebooks nacionais.
Entre os recursos inéditos estão o processador Intel Core 2 Duo T9300 equipado com 6 MB de memória cache integrado à tecnologia Intel Centrino (processador, rede e chipset da Intel) e memória RAM de 4 GB. O disco rígido também é um diferencial do equipamento, com interface SATA II 7200 e capacidade de 200 GB.
Segundo o presidente da companhia, Carlos Diniz, a quantidade total de memória RAM oferecida no notebook é a maior do mercado entre produtos da mesma categoria. Vale lembrar que o Windows Vista exige pelo menos 2 GB para um desempenho excelente e a versão do sistema operacional que equipa o produto é a Ultimate de 64 bits. No Amazon Gamer, os 4 GB são oferecidos em dois pentes DDR2 de 2 GB cada, com velocidade de 667 MHz.
Por ser um produto desenvolvido para aplicações de peso, o notebook oferece a placa de vídeo NVIDIA GeForce 8700M GT de 512 MB, essencial para jogadores e profissionais que utilizam programas gráficos avançados. A idéia de oferecer uma placa de vídeo poderosa também atende à demanda atual por interfaces detalhadas dos aplicativos, seja as do próprio sistema operacional ou de recursos audiovisuais por meio de filmes e fotografias.
Como um notebook pensado para o universo visual, o Amazon Gamer possui tela de 17 polegadas com resolução de 1680x1050 pixels, mais confortável por oferecer um amplo espaço na área de trabalho. Mesmo com um número elevado de pixels na tela (o que diminui um pouco o tamanho das fontes em resoluções muito altas), a nitidez é mantida para revelar detalhes precisos. Além disso, o tratamento especial na tela ajuda a produzir um brilho mais uniforme.
Em complemento à qualidade visual, o produto apresenta caixas de som integradas, posicionadas nas laterais da base. Com boa potência, é possível eliminar o uso de auto-falantes adicionais em pequenas salas de reunião, por exemplo. A experiência individual também é aprimorada com efeitos tridimensionais de áudio em games e músicas.
Além dos recursos audiovisuais, existem tecnologias extras que ajudam nas tarefas cotidianas. É possível conectar diversos tipos de cartões (MMC/RSMMC/MS/MSPRO/MS-DUO/SD/MINI-SD), gravar DVDs e conectar-se à Internet através da placa de rede sem fio Intel Wireless 4965 AGN.
Um dos recursos adicionais mais interessantes é o leitor biométrico para liberar o acesso à máquina via leitura da impressão digital. Com essa técnica, que exige um software especial fornecido no pacote, é possível bloquear desde o login até arquivos e pastas.
Para reforçar a interação entre o produto e o usuário, existe também uma câmera de vídeo de 2 megapixels posicionada no topo da tela. Quando a questão é autonomia, a bateria dura cerca de 1h30 em aplicações pesadas.
O Amazon Gamer pode ser encontrado em lojas de eletrônicos e especializadas em todo o Brasil a R$ 7.999 num pacote que contém um joystick e o jogo Need for Speed Pro Street. Tudo vem dentro de uma mochila e a garantia é de um ano.
16.03.2008 10:25
Estudo: tamanho do monitor é importante para produtividade
» Um estudo feito pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, mostrou a diferença de produtividade entre usuários de diversos tamanhos de monitores. Conforme a pesquisa, quanto maior a tela do computador, mais produtivo é o empregado.
Segundo o blog de tecnologia da NewScientist, os pesquisadores analisaram tarefas de cópias de números entre planilhas e edição de documentos de texto em monitores de 18, 24, 26 polegadas e também em computadores equipados com dois monitores de 20 polegadas.
Através da comparação foi descoberto que usando um monitor de 24 polegadas, as pessoas concluem tais tarefas com velocidade 52% superior que em monitores de 18 polegadas. Com o uso de dois monitores de 20 polegadas, usuários foram 44% mais rápidos que usando um de 18.
A produtividade, entretanto, caiu quando os usuários foram colocados para trabalhar com monitores de 26 polegadas, algo cujo motivo não ficou claro, mas que pode ter relação com o campo de visão do usuário.
O estudo deve ser analisado com cautela, já que assume que um funcionário trabalhará sem parar por 8 horas seguidas e que as tarefas que serão feitas se baseiam apenas no benefício de grandes monitores, noticiou o blog do Wall Street Journal. Outra questão em relação à pesquisa é que ela foi patrocinada pela NEC, uma grande fabricante de monitores. Ainda assim, James Anderson, professor responsável pelo estudo, avisou que não se importa qual a marca de monitor que empresas comprarão, apenas queria indicar que o monitor certo pode deixar seus funcionários mais produtivos.
13.03.2008 11:06
Menos de metade das empresas dispõe de site na internet, diz pesquisa
» Por Luiza Dalmazo, especial para o Computerworld
São Paulo - Pesquisa TIC Empresas mostra também que só 50,2% das companhias utilizam a internet para a venda de seus produtos e serviços
O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br (NIC.br) informou que menos da metade das companhias tem site na internet.
Segundo o estudo, 48,8% delas já possuem um endereço eletrônico, apesar de 94,8% delas já terem computadores com internet em suas dependências.
De acordo com a pesquisa TIC Empresas, realizada junto a 2,7 mil empresas de todos os segmentos do País, entre julho e novembro de 200652, 1% das empresas utilizam a internet em suas compras e um número ainda menor (50,2%) usa a rede mundial para a venda de produtos e serviços.
A conexão já é de banda larga em 88,8% das companhias que responderam à pesquisa. O serviço mais relevante, na avaliação dessas empresas, é o e-mail, citado por 97,7% das respostas, seguido pela busca de notícias (92,4%) e dos serviços bancários (80%).
Em 2006, de acordo com a pesquisa, 35,6% das companhias tinham sistemas eletrônicos para gerenciar a recepção e realização de pedidos, enquanto 30% dispunham de software de gestão (ERP, da sigla em inglês).
08.03.2008 12:27
Software livre é usado em 73% das grandes empresas no Brasil
» Por Redação do Computerworld
São Paulo - Software livre é mais presente nas empresas com mais de mil funcionários, revela estudo do Instituto Sem Fronteiras.
Uma pesquisa do Instituto Sem Fronteiras (ISF) mostra de que a percepção de que o software livre é mais usado por empresas de médio porte está incorreta. O estudo revela após ouvir mil empresas que o software livre está em 73% das companhias entrevistadas que possuem mais de mil funcionários.
Segundo o ISF, a percepção errada advinha da visão de sua menor liquidez e suas necessidades de TI específicas (mais voltadas às soluções proprietárias). Na verdade, este é o grupo no qual se verificou o mais baixo grau de adoção, ficando com 31% entre os segmentos horizontais estudados. Vale lembrar que são classificadas como menores empresas aquelas que possuem menos de 99 funcionários.
Quanto aos computadores houve um avanço de 12,4% na utilização do software livre nos PCs nos últimos 12 meses nas empresas que já o utilizam. Por outro lado, a pesquisa demonstrou que 53% dos entrevistados não utilizam software livre nos PCs.
Apenas 1% das empresas pesquisadas aponta que a utilização de software livre em seus PCs é integral (100%). O Instituto lembra que embora pareça pouco, transpondo este percentual para o número de empresas existentes no Brasil, estamos falando de números absolutos consideráveis.
A pesquisa revela que 53% das maiores empresas usam a linguagem de código aberto em sistema operacional. De acordo com o ISF, as maiores empresas são menos permeáveis à pirataria em razão de sua maior capacidade de adquirir software proprietário ou de definir o uso de software livre, implementar e gerir de forma eficiente. Quanto menor a empresa, no entanto, tais condições se deterioram, criando mercado para a pirataria de software.
Avaliando-se a utilização de software livre nos servidores das empresas brasileiras, fica clara uma ampla adoção (56%). Apenas 7% apontam que utilizam o software livre em todos os seus servidores.
Ver Mais...